04/03/2010

instalação final

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desvãos: imagens & imaginários da cidade-caixa

23/02/2010

adesivos plotados 23 de fevereiro de 2010

16/02/2010

caderno


Este trabalho é um registro de uma vivência, de um processo. E como registro, apresenta de forma crua as relações e reações geradas no decorrer desse processo, é uma espécie de diário onde foram registradas em forma textual e imagética as principais impressões sobre o tema de que trata este Trabalho de Conclusão de Curso, o TCC, o meu TCC.
Um trabalho que para se fazer possível precisou repensar sua própria natureza e sentido [nesse caso, múltiplos sentidos], suas escalas tanto de ação quanto de comprometimento com a condição de trabalho acadêmico de um curso de arquitetura e urbanismo de uma universidade pública. Nesse sentido, é um trabalho autobiográfico, pois só poderia ter sido realizado por mim estando impregnado das minhas concepções sobre arte, sobre cidade, sobre a relação entre os indivíduos e o espaço que habitam, concepções que, por certo, não estão livres de contaminações de todos os gêneros. Todos estamos sujeitos às mais variadas pressões internas e externas combinadas em nossos desvãos.
Penso que este trabalho não pode ser compreendido apenas através do presente material, mas este, funcionaria como um convite à visitação e participação da instalação proposta e construída nas dependências do Curso de Arquitetura da UFSC. Em realidade, poderia dizer também que o trabalho ainda não poderia ser totalmente compreendido através da instalação, mas que esta atuaria também como um convite para o caminhar pela cidade, onde as experiências e ensaios foram realizados. Trata-se de um trabalho prático, experimental e de registros e construções. Não é portanto uma simulação. É um trabalho em andamento, um processo narrativo aberto iniciado e ainda em desenvolvimento, pontuado por inúmeras reflexões e questionamentos. Os textos a seguir representam os avanços e retornos que marcaram esse procedimento de trabalho e portanto também não se constituem em um material finalizado ou totalmente coeso, mas sim uma série de linhas de pensamento, um novelo de reflexões.
10/02/2010

módulo de envolvimento

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04/02/2010

estudo de comunicação



24/01/2010

abrindo a cidade caixa

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A cidade deslocada é a cidade análoga. Uma cidade outra, ou melhor, muitas cidades outras, tantas quanto forem os diferentes olhares atuantes sobre sua matéria.

O olhar contemporâneo, segundo Brissac Peixoto, já não possui tempo e, consquentemente, perdemos a imagem que se transforma em paisagem. Para este autor, a falta de tempo tira das imagens sua particularidade e consistência. A cidade deslocada é o fruto dessa relação, ao mesmo tempo em que apresenta-se como resistência a esse processo. A cidade deslocada é a cidade aberta, [a caixa aberta] e modificada pela simples, porém poderosa intervenção do nosso olhar. Tempo decorrido, espaço esfacelado, desmontado e reorganizado em cenas do imaginário. Imaginário afetivo e mercantil, a cidade deslocada é a brecha por onde vazam as experiências, onde vai se fixar o olhar aparentemente desatento e distraído do flanêur.


presenças residuais - o dia seguinte


21/01/2010

presenças residuais

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19/01/2010

módulos conceito - carregáveis








18/01/2010

tcc - pintura





17/01/2010

instalação tcc - estudos de comunicação





instalação tcc


"cidade-caixa"
construção da instalação
local de trabalho

13/01/2010

madeiras para a montagem da instalação

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presenças residuais

preparativos

cenas da cidade deslocada




10 de janeiro de 2010 - centro de florianópolis